Fascista? Quem?

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Aqui a Ovelha não tem tido sequer grande vontade em falar neste tema, pois são muitas as palavras impróprias que me sugere. Estou confinada há 43 dias, a sair só para as compras, quase como se fosse uma criminosa, a lavar-me e a desinfetar-me desenfreadamente. Com medo, muito medo, e a tentar que os outros também sintam esse receio pois, neste caso, o medo poderá ser a nossa salvação. Sou católica e, apesar disso, passei a minha Páscoa como um qualquer domingo e critiquei aqueles que não o fizeram, tal como critiquei os que foram para a praia, para a marginal de Vila do Conde ou os que passeiam em romaria pela minha rua. E é por isso que não posso deixar de criticar, ainda com mais intensidade, aqueles que deviam dar o exemplo e que se comportam como aquilo que chamam a quem a se opõe ás suas vontades impostas: fascistas! O termo "fascista" nasce da palavra italiana fascismo (de fascio. "feixe; associação política ou social"). Entre outras coisas, f

Beijos: O que diz a avózinha?

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Confesso que hoje me senti um bocado mal depois de ler tanta sentença em relação aos beijos aos avós. Passo a explicar. A minha filha, à minha semelhança e imagem, não gosta de "apertos", daqueles abraços que nos engolem completamente e nos deixam sem ar. Gosta de um abraço carinhoso, nomeadamente quando precisa dele, mas nada de apertos.
Desde pequenita que, com a avó, é um jogo do gato e do rato. O avô leva o seu beijo, enquanto a avó faz aquele gesto ameaçador com os braços, como quem diz, "prepara-te que lá vem aperto"! Então é a pequena a fugir, a avó a esbracejar com um sorriso de maldadezinha premeditada e a mãe, não raras vezes, a dizer "dá um beijo à avó"!
Pois...mas a resposta da avó ao meu comando é sempre a mesma: "Nunca obrigues uma criança a dar um beijo seja a quem for." E eu não obrigo. Se acho que a avó está certa? Acho. Bem pensado, nunca fui obrigada a beijar ninguém, e sou grata por isso.

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